quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Consumidor é quem manda! Fiat MIO, um carro para chamar de meu!

A Fiat lançará no Salão do Automóvel, em outubro, o FIAT MIO - um carro para chamar de meu!
O carro foi desenvolvido em parceria com os consumidores, graças à santa internet. Isso só reforça uma tendência, ou melhor, um caminho sem volta: o cliente é quem manda, de verdade.
As empresas demoraram  - algumas ainda estão dormindo no ponto, é vero - para perceber que precisam ouvir seus consumidores e atendê-los se quiserem continuar crescendo.
Globalização e crescente competitividade explicam o fenômeno que nem merece mais ser chamado assim. Era previsível, não?
Os tempos de Henry Ford, de produção de carros iguais, já se foram. O que nós, consumidores desejamos, é sermos ouvidos, vistos, atendidos.
A Agência Click e a produtora Angels são as responsáveis pela campanha do Fiat MIO.Vocês vão ver, nos links abaixo, o que os consumidores andam pedindo - carros que não poluam tanto, confortáveis, seguros, com um design interessante, econômicos... Ah, já percebi que vocês se identificaram não? Também gostaria de uma máquina assim e por um baixo custo, claro... Mas ainda não sei qual vai ser a carinha do MIO, muito menos o valor de mercado.
De qualquer maneira, a campanha é bem bacana, passa a ideia de modernidade, colaboração e ao mesmo tempo resgata o artesanato, ao mostrar o carro sendo "moldado". Muito interessante. Vale a pena conferir o reality show da Fiat com internautas que deram suas opiniões sobre como deve ser o carro ideal.

 Os 03 primeiros episódios podem ser vistos nos links:

http://www.youtube.com/watch?v=NoPMwiS9Abw
http://www.youtube.com/watch?v=tnj73bd7otw
http://www.youtube.com/watch?v=Yk69

---

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A ovelha-nuvem é minha nova mascote!


I wanna know... have you ever seen the rain?

Com essa trilha sonora fantástica, o novo commercial do Space Fox ja ganhou uma boa legião de fãs não?

Mas atrelada à excelente música está a ideia sensacional da ovelha-nuvem, seguindo o mesmo conceito do cachorro-peixe, vocês lembram? http://www.brainstorm9.com.br/diversos/vw-spacefox-cachorro-peixe/ , criado pela agência AlmapBBDO. Fala a verdade, não dá para esquecer.

Se eu já adorava a ideia, assim como o protagonista, de ter um cachorro-peixe que eu poderia levar para a praia, passear e causar estranheza de todo mundo, me apaixonei pela ovelha-nuvem, toda delicada, que ajuda a lavar o carro, ou então, pobrezinha, que é carregada pela tempestade!

A campanha foi feita em duas etapas. No primeiro comercial, o jovem dirige por belas paisagens, quando de repente, é parado por algo que causa estranhamento. No segundo momento, o telespectador vê o que ele vê: a ovelhinha especial.

Original, engraçada e divertida, a campanha traz a mensagem de que não devemos limitar os nossos sonhos. Instigante...

Li na coluna Consumo&Propaganda http://colunistas.ig.com.br/consumoepropaganda/2010/07/30/ovelha-nuvem-para-space-fox/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter que ainda é possível brincar com a charmosa ovelhinha pela internet, pode uma coisa dessas?

Claro que eu experimentei e olha só a ovelha-nuvem como nova mascote minha e do Ale! http://spacefox.tempsite.ws/files/images/427.jpg

Quer experimentar? Acesse http://spacefox.tempsite.ws/site.jsp#/spacefox/intro

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Você já tumblrou hoje? Conheça o tumblr!


Orkut... dizem que já era...

Mas tem ainda Facebook, twitter, linkedin, blogs e tantas outras mídias sociais que alguns de nós – meros mortais – nem temos conhecimento ainda.

O caderno Economia & Negócios do Estadão de hoje replicou uma matéria do The New York Times sobre uma nova ferramenta que provavelmente os mais antenados já estão usando a todo vapor. O nome? Não entendi bem como pronuncia (xi, começou mal), é uma mistura de twitter com tumba, com blrrrrr ou sei lá o que.

Brincadeiras à parte, o nome é tumblr e ele já está disputando espaço com duas das mais queridinhas ferramentas de mídias sociais, o twitter e o facebook.

Puxa, mas agora que eu estava me adaptando ao twitter? Aprendendo a encontrar pessoas, seguir tuiteiros com mensagens interessantes, a usar a ferramenta para ver o que os jornalistas andam dizendo dos nossos clientes por aí? (encontrei reclamação sobre atraso de porta-voz para entrevista, hein?).


Para se ter uma ideia do poder do recém-chegado serviço de blogs, ele já conta com 6,6 milhões de usuários. Segundo a reportagem, ele permite aos blogueiros carregar imagens, vídeos, clipes de áudio e citações para suas páginas. “Como no Twitter, os usuários podem seguir outros usuários, cujas postagens aparecem cronologicamente numa página central conhecida como painel. Os usuários indicam que gostaram de um item clicando num coração vermelho ao lado, ou fazendo um "reblogging" dele”.


Você pode personalizar o novo microblog e também linká-lo ao twitter e outras mídias, ou seja, tudo o que postar em um, aparece no outro.


De acordo com seu criador, o que ele traz de diferente é que foi desenhado “tendo a expressão criativa em mente” . E acrescenta “As pessoas estão criando identidades e personalidades que o design do Facebook e do Twitter não permitem que você faça", diz Karp.


Claro, cada criador defende a sua criatura. Mas acredito mesmo que cada uma dessas mídias têm a sua função de integrar pessoas, dividir ideias, vender produtos, serviços, soluções(por que não?), compartilhar mensagens – e vamos torcer para que sejam positivas, em sua maioria.


E você, já descobriu qual é a mídia social que mais te agrada? Se quiser experimentar mais uma, é só clicar: http://www.tumblr.com/  
E para acessar o conteúdo da reportagem, também é só clicar: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100803/not_imp589684,0.php

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

MasterCard: não tem preço

Ainda me encantam as peças da campanha MasterCard, não tem preço. Recentemente, o comercial da garotinha que ficou banguela me conquistou.


A menina, linda, perde o dentinho da frente, algo comum para sua idade: deve ter aproximadamente cinco anos. Desde então, fica chateada e tenta esconder o sorriso em todas as situações.

O pai, amoroso e preocupado, faz de tudo para arrancar um sorriso escancarado da filhota. Só consegue quando lança mão de um truque fácil: pinta um dos dentes de preto, com o jogo de canetinhas que dá para a menina de presente. Ela não se segura e desata a rir, manifestando toda a sua alegria de criança e seu amor pelo pai atento a todas as fases da sua vidinha.

Essa propaganda – bem como as demais da série – mostra como é possível fazer uma boa propaganda de TV, atrelar a venda a valores humanos sem forçar a barra. O objetivo é vender, incentivar o uso do cartão. Sim, é. Mas por que não passar valores humanos ao mesmo tempo em que atende o objetivo comercial? Transmitir bons valores nesse mundo tão carente de bons exemplos e esperança não tem preço.



E para você, o que não tem preço?

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Sexta é dia de Brahma vermelha!


Adorei a nova lata da Brahma.... Ok, ok, todo mundo ja falou disso, mas achei a nova lata linda e realmente dá vontade de beber, não dá?
Só não entendi muito bem como a agência África vai finalizar a história da lata branca... Era branca, porque simplesmente era...depois que todo mundo ficou fazendo teorias a respeito do por quê da cor? Não dá!
Li algumas explicações muito engraçadas no twitter: é branca porque o conteúdo é divino... branco = paraíso, sacou? rsrs
Outro disse porque o branco era a união de todas as cores e a Brahma era democrática. Criativo!
Seja qual for a explicação, hoje é sexta e dia de relaxar, brindar com os amigos, curtir um pouco a vida, não é não?!
Boa Brahma... para quem bebe, sempre é importante lembrar: Beba com moderação e se beber não dirija. Assim vc terá muitos outros bons momentos para celebrar!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

De volta à ativa... e insatisfeita com o Banco Real e a Favorita.

De volta à ativa... e insatisfeita com o Banco Real e a Favorita.
Para falar de comunicação volta à ativa após quase um ano de pausa... E dessa vez, volta para comentar marcas, comunicação, ações de relacionamento com imprensa e cliente, campanhas publicitárias... e coisas do gênero.
Mas infelizmente o post de hoje é sobre duas reclamações a respeito de marcas consideradas Premium... Favorita e Banco Real. São, na verdade, duas constatações de que as empresas estão muito longe de fazer um correto atendimento ao consumidor.
Recentemente adquiri móveis da Favorita por meio de uma loja representante, a I9, que fica na zona leste de São Paulo.
A montagem estava indo bem, até que faltou a frente da gaveta do home theater. Tudo bem, paciência, vamos aguardar mais uma semana para que o montador volte ao apartamento, coloque a peça que deveria ter vindo junto com todas as demais peças, certo?
O problema é que uma peça da cozinha foi modificada pelo vendedor antes de chegar ao apartamento. Eu havia pedido em uma cor cinza mesclado e o “profissional” acho que não iria ficar bom e trocou por branco. Mas ele simplesmente não me consultou!
Daí, quando meu noivo questionou sobre a mudança para a peça que originalmente havíamos pedido, qual foi a nossa surpresa ao ouvir que isso era “um luxo da nossa parte” e que trocar a peça poderia implicar na quebra dos vidros dos armários que vem logo abaixo.
Pois é, caro leitor. Receber exatamente o que pedimos é um luxo que o consumidor tem que abrir mão. Está pensando o que, cliente? Você comprou, mas é a gente que decide o que vai te entregar.
A outra pérola de mau atendimento ao cliente veio do Banco Real, agência da Vila Pompéia. Há pouco mais de um ano fechei o financiamento do meu apartamento.
Eu e meu noivo abrimos contas no banco, e depois só eu quis manter, em virtude do financiamento e meu noivo optou por fechar a conta. A gerente da agencia disse para ele ficar tranqüilo que a conta seria encerrada.
Um tempo depois ele recebeu uma carta dizendo que devia cerca de R$ 100 em mensalidades do banco. Procurou a gerente que disse para ele ficar tranqüilo, pois o problema seria resolvido.
Passamos mais alguns meses, o valor passou para R$ 540, o nome dele foi para o Serasa e a gerente responde que ninguém da agência do banco Real da Vila Pompéia tem alçada para resolver o problema e encerrar a conta.
Caro leitor, a pergunta é: como assim um gerente não tem alçada para encerrar a conta? E se não tem, por que disse a ele que ele poderia ficar tranqüilo que o problema seria resolvido. Por quem, cara pálida?
Pois é... Parece que há ainda uma longa estrada para essas duas grandes marcas – Banco Real (que está se transformando em Santander) e Favorita percorrem para prestarem um correto atendimento ao consumidor. E sinto muito, pode ter sido um gerente e um vendedor, mas as empresas e suas marcas são feitas de pessoas que devem ser treinadas e corrigir seus erros com rapidez e, acima de tudo, retidão.

domingo, 23 de agosto de 2009

Relação jornalista – assessor – empresa

A relação entre assessor de imprensa e jornalista é construída ao longo do tempo. Como qualquer relação, exige confiança, ou seja, respeito ao trabalho de ambos. O assessor oferece pautas adequadas ao público leitor do veículo, com fontes qualificadas para discorrer sobre o assunto em questão e atende o jornalista com agilidade quando acessado. O jornalista passa a compreender como é o trabalho do assessor e o respeita. Segundo o jornalista Márcio Kroehn : “Tenho muita facilidade em trabalhar com assessores. Procuro entender o trabalho deles, assim como deixo clara a minha necessidade em determinados momentos. Contar como gosto de trabalhar facilita o entendimento”.
Após a sugestão de pauta ter sido aceita pelo veículo, é hora de fazer a ponte entre o jornalista e o porta-voz. Preparar o entrevistado, simular a entrevista, dar dicas do que pode ou não ser falado (media training), elaborar perguntas e respostas possíveis para a entrevista, munir o entrevistado e também o jornalista de materiais de apoio (links, outras informações sobre aquele tema, pesquisas, etc), agendar entrevista em horário conveniente para ambas as partes, acompanhar a entrevista, seja por telefone ou presencialmente para apoiar o cliente, oferecendo informações extras prometidas e que não estavam à disposição no momento da entrevista, por exemplo. Lembrar o cliente - se ele esqueceu no afã da entrevista - que aquele tema não pode ser explorado mais a fundo naquele momento, se for o caso, e que o jornalista voltará a ser contatado futuramente. Intervenções como essas se fazem necessárias para a manutenção da estratégia da empresa.
O bom relacionamento com a imprensa, com o contínuo abastecimento do jornalista com notícias relevantes, se fará essencial para que - em uma situação como a apresentada acima, em que a intervenção do assessor foi necessária para que o cliente não antecipasse uma notícia que estrategicamente deveria aguardar um pouco mais para vir à tona - o jornalista realmente aguarde pelo novo contato da assessoria, e não tire conclusões precipitadas ou investigue por conta própria aquilo que sua fonte não quis revelar naquele momento. Evidentemente que isso não é uma garantia, uma vez que cada caso é um caso e jornalistas são seres humanos que mudam de opinião ou que são pressionados por seus chefes a assumirem outras atitudes. “Por princípio, jornalista é jornalista e trabalha para o cidadão, não para atender aos interesses desta ou daquela empresa” (VIANA, 2001, p.143). Mas o bom relacionamento e a troca são fundamentais, pois os jornalistas não estão em todos os lugares, o tempo todo, e contam com o apoio dos assessores e, obviamente, de suas fontes.


Na teoria, os jornalistas estão por toda parte. Têm mil olhos, sabem tudo o que acontece. A realidade é radicalmente oposta. Eles circulam por pontos-chave para a produção de notícias, mas têm acesso muito limitado à intimidade dos fatos. A qualidade das fontes é que rompe com a barreira do isolamento. Para a fonte, as contrapartidas negativas podem estar no risco proporcionado pela exposição. Das fontes se diz que elas são seguras, inconfiáveis, duvidosas. (VIANA, 2001, p.143)


Avaliar os “erros” e pensar em novas alternativas de divulgação caso a primeira estratégia definida não tenha alcançado os resultados desejados também é tarefa do assessor, bem como alertar o cliente sobre o processo que não foi bem sucedido, apresentar-lhe soluções e debatê-las com ele.
Como se pode perceber, as tarefas executadas por um assessor de imprensa ou consultor de comunicação – seja qual for o nome escolhido para definir o perfil desse novo profissional - não são das mais fáceis.